Como vêem, fica um mimo.

Ela, que ainda por cima é louca por ovos, adorou a gracinha. Acho que este ainda lhe soube melhor. Fica mesmo um miminho. Ameixita, mais uma vez, obrigada. Agora ainda vais estar mais presente cá em casa.






( publicidade não paga... )
(o cardamomo no almofariz)
Pica-se a cebola e aloura-se no azeite. Junta-se o frango, cortado em pedaços. Polvilha-se com o cardamomo, a noz-moscada, os dentes de alho esmagados, o louro, o açafrão e o caril.
Mistura-se tudo e junta-se o tomate pelado e esmagado. Tempera-se com (pouco) sal.
Rega-se com o leite de coco e deixa-se cozer durante 40 minutos, em lume médio.
Aos 35 minutos de cozedura, adiciona-se um pouco de sumo de limão e as natas.
Envolve-se bem, e depois é só apreciar este belo petisco. Acompanhámos com arroz branco.
Et voilà:




Pelo menos, assim o espero eu, juntamente com mais alguns milhões de pessoas por esse mundo fora.

Com toda a sinceridade, desde que comecei a ter preocupações com o mundo que me rodeia (e já lá vão uns bons anos...) que comecei também a sentir antipatia pelos Estados Unidos da América (do ponto de vista político), principalmente pela eterna mania de meter o nariz no que não lhes diz respeito, pelo não-respeito pelos direitos humanos, ao contrário do que apregoam, pelo excesso de liberalismo, e pelo salve-se quem puder, disfarçado de "terra das oportunidades".
Finalmente, tenho alguma esperança que os EUA se tornem um país verdadeiramente democrático.
O discurso da vitória de Barack Obama é de uma força incrível. É poderoso e emocionante.
«(...) enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida - duas guerras, um planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.»
«(...) esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.»
Para mim, a parte mais emocionante do discurso é quando ele fala de Ann Nixon Cooper, uma mulher de 106 anos que votou em Atlanta e que «nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões - porque era mulher e por causa da cor da sua pele.
E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América - a angústia e a esperança; a luta e o progresso; (...)
Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, nós podemos. »
E continua a falar desta mulher, fazendo analogias com a história da América.
O discurso é sem dúvida digno de registo; oxalá ele consiga levar avante os seus objectivos, para que a América passe finalmente uma mensagem de Paz, e não de guerra e de ingerência em tudo o que é conflito externo (em que tenha algum interesse...), como tem acontecido ultimamente.
E que alívio vermo-nos livres daquele imbecil do W. Bush, provavelmente o presidente mais burro que os EUA já tiveram.
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Bem, isto era suposto ser um post sério... MAS... já agora... os meus 5% de futilidade não resistem a dizer que este é o Presidente mais bonito que a América já teve...




