domingo, 19 de outubro de 2008

Bolo de Amêndoa com Doce de Gila



Há duas semanas atrás, quando fiz o Bolo de Nozes, a simpática "justme" do blog All the World is my Home, falou-me de um bolo que fazia, com amêndoa e gila. Fiquei logo "de orelhas arrebitadas", como costumam ficar os gatos, de que ela também tanto gosta.

Muito gentilmente, a justme publicou a receita no seu blog, como podem ver aqui.

Ela chama-lhe Bolo Real, e com toda a razão: este bolo é mesmo digno de reis, sem dúvida!

Ontem decidi-me a fazê-lo, e posso dizer que é dos bolos mais deliciosos que já provei. Fica com um sabor divinal, e uma textura óptima, húmido e macio. Uma delícia!

Como sempre, fiz umas pequenas alterações, mas desta vez foram mesmo poucas. Já agora, quero esclarecer que não faço as alterações por achar que vou fazer melhor do que a receita de origem: o primeiro motivo é que, por vezes, não tenho todos os ingredientes, e o segundo, devo confessar, é mesmo uma mania minha, de alterar um ou outro detalhe.

Então, leva os seguintes

Ingredientes:

6 ovos

200 g açúcar (usei 150 g açúcar amarelo + 50 g açúcar branco)

250 g de amêndoa ralada (usei 150 g sem pele + 100 g com pele)

250 g doce de gila

1 colher (de café) de canela

raspa de 1 limão (não usei)


Faz-se assim:
Bate-se o açúcar com os ovos inteiros até ficarem espumosos. Em seguida, deita-se o doce de gila, o miolo de amêndoa, e a raspa de limão (não usei a raspa de limão, porque, incrivelmente, não tinha nenhum em casa, o que até é raro, já que gosto mto de limão). Acrescentei 2 colheres de sopa de farinha para dar mais consistência, porque a maior porção das minhas amêndoas era sem pele. No final, uma colher de canela.

Bate-se muito bem e vai ao forno (180º) cerca de 40/45 minutos, em forma muito bem untada. Este pormenor é mto importante, e o ideal até será usar papel vegetal, porque, devido à textura do bolo, tem tendência para agarrar um pouco no fundo.
Por esse mesmo motivo, deve deixar-se arrefecer muito bem antes de desenformar.

Fica pura e simplesmente delicioso. Quando repetir, só vou cortar um pouco no açúcar, já que o doce de gila também já tem bastante açúcar.




Decorei com doce de gila e açúcar em pó.






Nota: em relação ao açúcar, pode usar-se branco ou amarelo, dependendo do gosto da pessoa. Com açúcar amarelo fica mais molhadinho, mas também mais "frágil" ao desenformar.


quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Irmãos completos

Sempre achei horrível a expressão "meios-irmãos". Mas afinal qual é a metade que é irmã? O lado esquerdo? O lado direito? É absurdo!

A Carolina tem um irmão - o Nuno - que fez 18 anos no dia 10 deste mês. Parabéns, Nuno!

O Nuno não é meu filho, mas viveu comigo durante 7 anos, portanto... não é preciso dizer mais nada. E é completamente irmão da Carol, são irmãos de todos os lados! Ela adora-o, e sei que ele também gosta muuiito dela.

Foi indescritível a alegria dela quando o viu, a semana passada (já há umas semanas que não se viam): ia-lhe partindo o pescoço, tal foi a força com que se atirou para lhe dar um grande abraço.

É bonito de ver.

Espero que sejam sempre amigos, apesar da diferença de idades.

Aqui há uns aninhos ele ainda brincava bastante com ela, mas agora, obviamente, tem outros interesses... mas mesmo assim de vez em quando ainda brincam um bocadinho ao "diz que disse" (a outra vítima costuma ser a tia) , ou seja, ela diz o que a outra pessoa há-de dizer a seguir: "agora tu dizias isto ou aquilo, etc.., etc."



Estão lindos, não estão?

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Creme de Leite com Canela e... Bolo de Claras

Sábado, para variar, foi dia de fazer um docinho; ou melhor, neste caso foram dois, porque como o primeiro doce apenas levava as gemas, decidi aproveitar as claras num bolinho...

Mas vamos por partes.

Primeiro fiz Creme de Leite com Canela.

Faz-se assim: Leva-se ao lume 1/2 litro de leite com um pau de canela e uma pitadinha de sal, e deixa-se ferver, durante 5m, em lume brando. Retira-se o pau de canela.

Batem-se 5 gemas com 180 gr de açúcar, até obter um creme clarinho. Acrescenta-se uma colher (de café) de canela.

Entretanto, desfaz-se 1 colher (de sobremesa) de farinha num pouco do leite fervido [Foi aqui a hora do incidente da praxe. Quando coloquei a farinha no leite e comecei a mexer, aconteceu aquilo que eu por acaso até já suspeitava que ia acontecer: ficou tudo cheio de grumos! Solução: varinha mágica - por algum motivo ela tem este nome, não é? Num minuto resolveu-se o problema.] e de seguida adiciona-se o restante leite.

Vai-se vertendo o leite em fio sobre o preparado das gemas, mexendo sempre.

A receita original (Revista Receitas de Sucesso) dizia para usar formas individuais refractárias, mas como é coisa que ainda não existe no meu armário, usei um tabuleiro tipo pyrex, devidamente untado com margarina e polvilhado com açúcar em pó.

Vai a cozer durante 40m, a 170º. (Eu deixei cozer durante 35m, e depois liguei o grelhador eléctrico do forno, só para dar mais uma corzinha).

Deixar arrefecer. Deve servir-se bem fresco. Eu decorei com açúcar em pó e canela.







Entretanto, para não desperdiçar as claras, resolvi fazer um Bolo de Claras com Chocolate.


Faz-se assim:

Bate-se 120gr de manteiga com 230gr de açúcar.

Junta-se 80/100 gr. de chocolate ralado ou em pó (usei cerca de 80 gr de chocolate ralado) e mistura-se bem. Acrescenta-se 120 gr de farinha + 1 colher (de chá) de fermento e uma colher (de café) de canela. Depois de bem misturado, junta-se uma colher (de sopa) de sumo de limão.

Por fim acrescentam-se 6 claras batidas em castelo, envolvendo-as suavemente.

[ Não sei se a culpa é do forno, do fermento, ou da cozinheira, mas os meus bolos andam a ficar um bocadinho a dar para o minúsculo... tenho que tirar isto a limpo! Mas garanto que o sabor estava muito bom. Ah, e já agora, essa parte escura que na foto mais parecem buracos, são pedaços de chocolate: é que aqueles bocadinhos do fim da tablete são difíceis de ralar, e então foi em pedacinhos. Nhamm, nhamm.]


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Desafio da Cenourita


Camélias para todas as amigas virtuais:




A amiga Cenourita brindou-me com um mimito, do qual faz parte fazer um acróstico com o nosso nome.

Para o fazer, baseei-me naquilo que estou a tentar ser (mais). Como achei o U uma letra difícil para arranjar uma palavra adequada, resolvi nesse caso pôr uma frase.


Então cá vai:


Confiante

Lutadora

Alegre

Um dia de cada vez

Dinâmica

Iluminada

Argumentativa


(O meu computador "não me deixou" colocar o "selinho" original deste desafio, de modo que decidi substituí-lo pelas belas camélias aí em cima, que ofereço a todas as visitas.)

domingo, 5 de outubro de 2008

Bolo de Nozes Bicolor


Os meus pais, que estiveram há pouco tempo no Alentejo, trouxeram, entre outras coisas, uma carrada de nozes. Então, ontem resolvi fazer um bolo com elas. Até aqui, tudo bem, mas mal eu sabia o que me esperava...

Juro que nunca como ontem me lembrei tanto da amiga Ameixinha, quando as aventuras culinárias dela dão para o torto, e lá vem o chorrilho de vocabulário impróprio para menores...

Mas já lá vamos...


Então lá comecei o bolinho, e fiz assim:

Ingredientes:

250 gr de açúcar amarelo

6 ovos

250 gr de nozes raladas

Pois, a receita só fala nestes ingredientes. Eu achei um pouco estranho não levar nenhuma farinha nem fermento, mas lá segui as instruções. Quer dizer, não segui à risca (como é hábito), porque acrescentei uma colher de café de fermento, e usei 8 claras em vez das seis (acho que foi aqui que comecei a meter a pata na poça, porque a massa estava de facto com uma consistência, como direi... talvez demasiado leve.)

Batem-se as gemas com o açúcar e adicionam-se as nozes, guardando algumas para a decoração.

Batem-se as claras em castelo e junta-se cuidadosamente à mistura anterior.

Ora bem, o bolo, depois de 30m no forno, estava muito bonito, só que, depois de o retirar, e passados nem 5 minutos, estava em menos de metade do tamanho!!

Ó pá, eu não sei porque é que isto me acontece! Eu já faço bolos praí há uns vinte e tal anos - estou mesmo velha!! - portanto, não é por falta de experiência! Arre, que fiquei mesmo MUITO chateada!

Bem, e então foi aqui que cheguei à fase dos RAIOS E CORISCOS! Foi um tal de pensar (e dizer algumas) coisas feias, que só visto (ou, neste caso, ouvido - mas felizmente ninguém ouviu, porque eu estava sozinha na cozinha, e a filhota estava tão entretida a ver desenhos animados que não ouviu os disparates, apesar de depois se ter apercebido que eu estava um bocado chateada, quando eu lhe fui mostrar o resultado do nosso trabalho. Sim, porque ela quer sempre ajudar, quanto mais não seja a comer a massa que fica na tijela... )

Fiquei mesmo fula, a olhar para aquela amostra de bolo! Que ainda por cima era para levar uma cobertura de chocolate. E eu pensei: o quê, vou ter trabalho a fazer uma cobertura para ISTO?

Foi então que me passou assim uma coisa pela vista, e decidi, nada mais nada menos, que fazer OUTRO BOLO, não sem antes ter chamado uns nomes ao primeiro, coitado.

Resolvi então fazer um bolo (mais ou menos) com os mesmos ingredientes, mas em menor quantidade. A ideia era ficar com dois "mini-bolos". Já que não tinha conseguido fazer um bolo grande para cortar ao meio e rechear, ia um por cima do outro, com o creme do chocolate entre eles, e como cobertura.

E assim foi.

Desta vez pus farinha (150gr), porque estava com a mania que o "desastre" anterior tinha sido por falta dela, e não bati as claras em castelo, pus os ovos inteiros. Além do mais, é muito mais prático, e eu já estava um bocado passada.

Bom, posto isto, lá pus o plano em prática: coloquei o bolo anão (entretanto já tinha encolhido mais um bocadinho) num prato, cobri com o creme de chocolate (200 gr de chocolate derretido em banho-maria, misturado com um pacote de natas batidas - muito bom!), coloquei o segundo bolo por cima, e toca a cobrir com o delicioso creminho. De seguida polvilhei com nozes raladas.

Ficou mais ou menos assim (ao vivo estava mais bonitinho):





Aqui está a vista do interior:



Pode ver-se a diferença entre os dois bolos. O mais escuro é o primeiro que, apesar de quase ter desaparecido do mapa, ficou com um sabor óptimo - melhor do que o outro, mais molhadinho (claro, sem farinha...). Como disse a minha filha, «aquele que tu ficaste furiosa é que ficou mais delicioso!» A construção da frase deixa um bocadinho a desejar, mas dá para perceber a ideia...


Entretanto, o jantar foi arroz de feijão com bacalhau frito. Muito bom. E não estava tremido!



E à sobremesa, o famoso bolo, que depois de toda aquela saga, até que ficou bastante comestível!!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Colombo, a América e a Batata

CONSOLO





«Deus convocou o Anjo Consolador e mandou-o conversar com Cristóvão Colombo, que estava em profunda depressão desde as comemorações dos 500 anos do descobrimento da América (...). Segundo os revisionistas, em vez da conquista de novas almas para o cristianismo, o que houve em 1492 foi o começo de um genocídio, e em vez de disseminarem a cultura e a técnica entre os selvagens, os invasores os enganaram, escravizaram e pilharam.
E os revisionistas têm razão, diz Colombo, desconsolado, para o Anjo, quando este lhe pergunta qual é o problema.

- Foi tudo por minha causa!

- Espera um pouquinho - diz o Anjo.

- Quem precisava da América? O mundo estaria muito melhor sem a América.

- Não é bem assim.

- Claro que é. Seria muito melhor se em vez de um Novo Mundo, houvesse mesmo um abismo. E a Terra acabasse ali pelos Açores.

- Se você não tivesse descoberto a América, outro o faria. Aliás, dizem que os «Vikings»...

- Mas fui eu que descobri, entende? Eu. A culpa é minha.

- Pensa em todas as coisas boas que a América deu ao mundo.

- Cita algumas. (...)

- O cinema.

- Invenção francesa.

- A popularização do cinema, a indústria cinematográfica, Hollywood, os mitos, os artistas. Meu Deus, a Jacqueline Bisset!

- Ela é inglesa.

- Eu sei. Mas e a...

- Não adianta, Anjo. Você não conseguirá me convencer. Eu nunca deveria ter descoberto a América. (...)

- Pense nisto: quando chegou na América, você descobriu o fumo. Se não fosse você não existiria o cigarro!

- Obrigado. Agora vou ter milhões de mortos por câncer no pulmão na minha consciência também. (...)

- Espera. O chocolate! Você descobriu o chocolate.

- Isso. Me arrasa. Pisa em cima. Se não fosse eu, não existiriam o colesterol alto, a obesidade, a criança lambuzada e, provavelmente, a Suíça. Muito obrigado.

- A Coca Cola.

- Claro. O que seria da humanidade sem a Coca Cola.

- A batata!

- Hein!

- Se a América não tivesse sido descoberta, o resto do mundo não conheceria a batata.

- Hummm.

- É isso, Comandante! Está aí a sua justificativa histórica. Você descobriu a batata.

- Sabe que você pode ter razão?

- Claro que eu tenho razão! Se a América não tivesse sido descoberta, o resto do Ocidente não conheceria o puré.

- As batatas «noisettes»...

- Batatas rosti. E, meu Deus... A batata frita!

- É mesmo!

- Pense num mundo sem batata frita. A batata frita justifica uma existência.

- Puxa. Já estou me sentindo outro. Acabou a minha depressão. Mal posso esperar as comemorações dos 600 anos. Mereço todas as homenagens. Abaixo os revisionistas.

- Abaixo!

- Você restaurou o meu amor próprio. Obrigado!

- O que é isso...

- Você é um anjo.

- Só estou fazendo meu trabalho. »


Este texto, da autoria do escritor brasileiro Luís Fernando Veríssimo, faz parte de uma crónica publicada no jornal Público em 1993, pouco depois das comemorações dos 500 anos da descoberta da América.


É um prodígio de imaginação, um humor fabuloso e grande sentido de oportunidade. Genial.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Flávia, vivendo em coma...



Venho alertar todos os que passem por aqui para a situação de uma menina brasileira - Flávia - que se encontra em coma vigil desde 6 de Janeiro de 1998, quando sofreu um acidente na piscina do prédio onde morava: os seus cabelos foram sugados pelo sistema de sucção (demasiado potente para as dimensões da piscina), ela acabou por ficar ali presa tempo demais, até que teve uma paragem cardiorespiratória, que lhe provocou danos irreversíveis (tinha 10 anos na altura do acidente, hoje já está com 20).


Esta é uma história verídica que podem confirmar no blog que a Mãe da Flávia, Odele, criou para divulgar a situação da filha, pois há 10 anos que está à espera que seja feita justiça, já que todas as entidades envolvidas estão a querer esquivar-se a assumir as suas responsabilidades. É uma vergonha. Esta mãe tem que cuidar da filha 24h por dia, com muitas despesas, obviamente. Mas não é dinheiro que ela pede, aliás ela diz expressamente no blog que não aceita donativos, o que ela quer é que este caso seja divulgado o mais possível, e que os responsáveis sejam punidos, e lhe dêem as indemnizações de que ela necessita para poder cuidar da filha condignamente.


Durante este mês de Setembro Odele organizou uma Blogagem Colectiva (para protestar contra a lentidão com que está a decorrer o processo), e conseguiu reunir o apoio de 250 blogs, de vários países do mundo, muitos dos quais de Portugal. Eu já não fui a tempo de participar nesta iniciativa (soube deste caso há poucos dias), mas já me disponibilizei para futuras iniciativas.


São situações trágicas que podem acontecer a qualquer um de nós, e toda a solidariedade é bem-vinda. Aliás, no blog estão referidos vários casos que já aconteceram, com crianças e adultos, alguns dos quais com desfechos fatais. Aliás, como sabem, tb aqui em Portugal já aconteceram acidentes trágicos em piscinas e parques aquáticos, quase sempre por incúria dos responsáveis pela manutenção dos equipamentos que, com a sua irresponsabilidade, provocam a tragédia em muitas famílias.


Para cúmulo, no caso de Flávia, chegaram a acusar a própria mãe de ser co-responsável pelo acidente! Segundo Odele, a menina sabia nadar com desenvoltura, tinha 10 anos, 1,50m (a piscina tinha 95cm de profundidade) e estava acompanhada pelo irmão de 14 anos e mais dois amigos dele.


Podem ver os pormenores do sucedido com a Flávia e a luta da sua mãe para que se faça Justiça no blog Flavia, Vivendo em Coma...


Vamos ser solidários.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Flores de Outono

Apesar de o Outono já se ter instalado (mais nalguns lugares do que noutros...), ainda se podem ver aí pelos jardins algumas belas flores, a lembrar-nos que não é só na Primavera que nos podemos alegrar com a sua presença.


«O amor pode ir em qualquer direcção. Eu consigo sentir amor:

Pelo próprio processo da vida em si.
Pela alegria de estar viva.
Pela beleza que vejo.




Por outra pessoa.
Pelo conhecimento.
Pelo processo da mente.
Pelo corpo e a forma como funciona.
Pelos animais, pássaros e peixes.
Pelo mundo vegetal sob todos os seus aspectos.



Pelo Universo e a forma como funciona.

O que é que pode adicionar a esta lista? »

Louise Hay, Pode curar a sua vida


(Estas podem ser apreciadas no Parque das Nações, nos Jardins Garcia de Orta.)


sábado, 27 de setembro de 2008

Festa na "aldeia"

Hoje em Alverca houve uma festinha muito simpática, a Feira de Artesanato, Doçaria e Arroz Doce. (A palavra Artesanato, no cartaz, está em letras roxas, e mal se vê, mas está lá, garanto! Por acaso esqueci-me de tirar fotos das bancas do dito artesanato... fiquei mais entusiasmada com o arroz doce... não, não foi SÓ isso, foi mesmo esquecimento.)

Eu só soube do evento hoje de manhã, ao ver uns cartazes afixados numas árvores!?! perto do local onde decorreu a Feira.

Não é o caso deste, este estava num placard junto ao parque infantil.




Houve folclore e tudo! Actuou o Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Alverca do Ribatejo. Lamento dizer que desconhecia a existência deste grupo, apesar de morar em Alverca há 5 anos!







Aqui eram as tendinhas onde se vendia o arroz doce, e outras espécies de doçarias.




GANDAS GULOSAS!
Estava tão bom... e só custava 50 cêntimos! É o que se chama juntar o útil ao agradável.


E pronto, assim se passou uma bela tarde, ainda por cima com um belo solzinho a aquecer-nos.

Entretanto o sol já se foi, e chegou a chuva. É o que se chama um dia completo!